Coupe du Monde de la FIFA 2026 (em francês) Copa Mundial de la FIFA 2026 (em castelhano) 2026 FIFA World Cup (em inglês) Canadá/México/Estados Unidos 2026
O processo de escolha da sede deveria ter começado em 2015, com a nomeação de anfitriões previamente agendada pelo Congresso da FIFA em 10 de maio de 2017 em Kuala Lumpur, capital da Malásia.[1] Em 10 de junho de 2015, foi anunciado que o processo foi adiado, em meio a alegações de corrupção em torno dos torneios anteriores, como em 2018, na Rússia, e em 2022, no Catar.[2][3] Em 13 de junho de 2018, durante o 68.º Congresso da FIFA, a candidatura tripla de Canadá, México e Estados Unidos foi escolhida para sediar o torneio.[4]
Esta edição será a primeira que contará com 48 seleções, conforme a decisão da FIFA sobre a expansão do número de seleções presentes (eram 32 seleções), tomada no dia 10 de janeiro de 2017.[5] Será a primeira vez que o Canadá receberá partidas da Copa do Mundo; os Estados Unidos já sediaram anteriormente a competição em 1994; já o México sediou a competição em 1970 e 1986, tornando-se o país que mais vezes sediou a competição.
O Conselho da FIFA decidiu em 30 de maio de 2015 que qualquer país poderia concorrer ao processo de escolha da sede, desde que sua confederação não tenha o país que sediou a edição anterior (atualmente as duas anteriores). Por isso, apenas os membros da Confederação Asiática de Futebol (AFC) não poderão concorrer, já que a edição de 2022 ocorreu no Catar. Em outubro de 2016, o Conselho da FIFA aprovou o critério geral de aprovação, instaurando que membros associados às confederações que tenham países que sediaram as duas últimas copas ficaram inelegíveis ao processo de escolha desta edição, sendo assim, além da AFC, membros da União das Federações Europeias de Futebol (UEFA) também não poderiam se candidatar, devido a realização da edição de 2018 na Rússia. Porém, caso nenhuma proposta atingisse os níveis de satisfação exigidos pela federação, seriam aceitas propostas da federação que sediou a penúltima edição (UEFA) e, caso ainda não fossem atingidos os níveis de satisfação, seriam aceitas propostas da federação que sediou a última edição (AFC).[6][7]
As candidaturas múltiplas também foram permitidas, mas foram avaliadas caso a caso. A secretaria-geral da FIFA, Fatma Samoura, teria o poder de excluir os candidatos que não satisfaçam os requisitos técnicos mínimos para sediar a competição.
Com isso, a presente edição poderia ser sediada pelas seguintes confederações: CONCACAF (última vez em 1994), CAF (última vez em 2010), CONMEBOL (última vez em 2014) ou OFC (nunca sediou).
O processo de escolha estava previsto para começar em 2015, com a escolha da sede prevista para o 67.º Congresso da FIFA, realizado no dia 10 de maio de 2017 em Kuala Lumpur, Malásia.[8][9] Porém, foi adiado devido a escândalos de corrupção na FIFA em 2015 e a subsequente renúncia de Joseph Blatter,[10] e retomado após reunião do Conselho da FIFA em 10 de maio de 2016,[11] em meio a alegações de corrupção em torno de escolhas anteriores (2018 na Rússia e 2022 no Catar).[12][13]
O processo de candidatura consistiu em quatro fases: entre maio de 2016 e maio de 2017, foi realizada uma análise de possíveis candidaturas; de junho a dezembro de 2017, as candidaturas foram confirmadas e seus detalhes apresentados; entre março e junho de 2018, foi realizada a avaliação das candidaturas; e em junho de 2018, foi realizada a eleição para escolha da sede.[11]
Em 7 de novembro de 2017, a FIFA publicou um guia para o processo de escolha, que descreve os principais elementos após as modificações no torneio, os mecanismos de avaliação em vigor, as recomendações sobre a proteção da integridade do processo, o cronograma para a escolha, os requisitos específicos para hospedagem, uma explicação detalhada do processo, além de requisições para garantias governamentais, bem como os princípios da gestão sustentável de eventos e da proteção dos direitos humanos.[14][15] A FIFA estabeleceu ainda requisitos mínimos para as capacidades dos estádios.[15]
Partidas da fase de grupos, décima-sextas de final, oitavas de final, quartas de final e partida para o terceiro lugar: mínimo de 40 mil lugares.[15]
Partida de abertura e final: mínimo de 80 mil lugares.[15]
O ministro marroquino da Juventude e Desportos. Moncef Belkhayat. disse ao diário francês Le Figaro: "O Campeonato Africano das Nações de 2015 seria o primeiro indicador da nossa capacidade de sediar um grande evento. Temos confiança como candidatos a sediar a Copa do Mundo FIFA de 2026".[16] No entanto, em novembro de 2014, o Marrocos pediu para adiar a Copa das Nações Africanas para o verão, devido à epidemia do vírus Ebola na África Ocidental, porém perdeu seus direitos de hospedagem para a Guiné Equatorial.[17] O Marrocos sediou ainda as edições de 2013 e 2014 da Copa do Mundo de Clubes da FIFA e o Campeonato das Nações Africanas de 2018. Em 11 de agosto de 2017, o Marrocos anunciou oficialmente a candidatura para sediar a Copa do Mundo FIFA de 2026.[18]
Logotipo da candidatura do Canadá, Estados Unidos e México, que recebeu o nome de United, em português: Unidos
Após os rumores que Canadá, Estados Unidos e México fariam candidaturas separadas, as três nações anunciaram uma candidatura conjunta em 10 de abril de 2017.[19][20] No entanto, Canadá e México receberiam apenas dez partidas cada, enquanto os Estados Unidos receberiam os sessenta jogos restantes, incluindo todos os jogos após as quartas de final.[21]
A eleição da sede da Copa do Mundo de 2026 aconteceu em 13 de junho de 2018, em Moscovo. Conforme regulamento, 203 membros do Comitê Executivo da FIFA tiveram direito a voto, sendo que uma maioria absoluta de 102 votos seria necessária para a definição do país-sede.
O então presidente da UEFA, Michel Platini, sugeriu, em janeiro de 2015, a expansão da copa para 40 seleções,[23][24] uma ideia que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, também sugeriu em março de 2016.[25] O desejo de aumentar o número de participantes no torneio a partir do atual formato de 32 seleções foi anunciado em 4 de outubro de 2016. Foram consideradas quatro opções de expansão:[26][27]
Expansão para 40 seleções (8 grupos com 5 seleções) - 88 jogos
Expansão para 40 seleções (10 grupos com 4 seleções) - 76 jogos
Expansão para 48 seleções (Playoffs com 32 seleções) - 80 jogos
Expansão para 48 seleções (16 grupos com 3 seleções) - 80 jogos
Expansão Para 48 seleções (12 grupos com 4 seleções) - 104 jogos
Em janeiro de 2017, o Conselho da FIFA votou, por unanimidade, na expansão para 48 seleções.[5] O torneio começará na fase de grupos consistindo em 16 grupos com 3 seleções cada, os dois melhores de cada grupo avançam para a fase final, o mata-mata, iniciando pelos Dezesseis-Avos de Final, com 32 seleções.[28] O número de jogos aumentará de 64 para 80, mas o número de partidas jogadas pelos finalistas continua sendo 7, o mesmo como era com as 32 seleções, mas um jogo da fase de grupos atual será substituído por mais um jogo no mata-mata. O torneio será realizado em 32 dias, a mesma quantidade atual.[29]
Em 14 de março de 2023, o Conselho da FIFA aprovou um formato revisado com 12 grupos de quatro equipes.[30] A reconsideração resultou de preocupações sobre a possibilidade de conluio nos últimos jogos do grupo de grupos de três equipes.[31] Sob o formato revisado, o número total de jogos disputados aumentará de 64 para 104, e o número de jogos disputados pelos finalistas aumentará de sete para oito. O torneio seria concluído em 39 dias, um aumento em relação aos 32 dias dos torneios de 2014 e 2018. Cada equipe ainda jogaria três partidas do grupo, com os 8 melhores terceiros colocados se juntando aos primeiro e segundo lugar do grupo em uma nova dezesseis-avos de final.[32][33]
Em 30 de março de 2017, a secretaria do Conselho da FIFA (composto pelo presidente da FIFA e presidentes das seis confederações) propôs uma nova alocação de vagas. A recomendação foi submetida à ratificação pelo Conselho da FIFA.[34][35]
Em 9 de maio de 2017, dois dias antes do 67º Congresso da FIFA, o Conselho da FIFA aprovou a alocação de vagas em uma reunião em Manama, no Bahrein. Com isso, seria disputado ainda um play-off intercontinental envolvendo seis equipes, para decidir as duas últimas vagas para a competição.[36]
A proposta de expansão sofreu a oposição da Associação de Clubes Europeus e os seus membros, dizendo que o número de jogos chegou a um nível inaceitável e pediram ao órgão regulador a reconsiderar sua ideia de aumento do número de equipes que se qualificam.[37] O presidente da Liga Espanhola de Futebol Profissional, Javier Tebas, diz que o novo método empregado não é aceitável. Tebas disse ao jornal Marca que "a indústria do futebol é mantida graças aos clubes e as ligas, não graças à FIFA" e que "Infantino faz política" porque "para eleger ele prometeu mais países na Copa do Mundo, ele quer cumprir as promessas eleições".[38] O treinador da seleção alemã, Joachim Löw, alertou que a expansão, tal como ocorreu na Euro 2016, diluirá o valor do torneio mundial, pois os jogadores já atingiram seus limites físico e mental.[39] Outra crítica é em relação ao formato com 3 seleções por grupo, o risco de conluio entre as duas equipes que jogarão na última rodada aumentará em relação ao atual formato com 4 seleções por grupo (onde as duas últimas partidas são jogadas simultaneamente). Uma sugestão do presidente, Infantino, é que os jogos da fase de grupos que terminem empatados sejam decididos por pênaltis.[40] Abordando as preocupações relacionadas ao conluio, o vice-presidente da FIFA e presidente da CONCACAF, Victor Montagliani, comentou em abril de 2022 que a FIFA ainda estava considerando doze grupos de quatro ou dois conjuntos de seis grupos de quatro, os quais eliminariam totalmente a conspiração.[41]
Inicialmente, um número maior de cidades estava previsto. Estas eram[43]:
No Canadá: Vancouver, Edmonton e Toronto;
Nos Estados Unidos: Los Angeles, Nova Iorque/Nova Jérsei, Washington (D.C.), Dallas, Kansas City (Missouri), Denver, Houston, Baltimore, Atlanta, Filadélfia, Nashville, Seattle, San Francisco/San Jose, Boston, Cincinnati, Miami e Orlando
Seleção cujo status de qualificação ainda não foi decidido
Seleção que não participará da Copa do Mundo
Não é membro da FIFA
Seleção desistiu ou foi suspensa
A United Bid antecipou que todos os três países anfitriões receberiam vagas automáticas.[44] Em 31 de agosto de 2022, durante uma visita à Guatemala, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que seis times da CONCACAF se classificariam para a Copa do Mundo, incluindo Canadá, México e Estados Unidos como anfitriões.[45][46] Isso foi confirmado pelo Conselho da FIFA em 14 de fevereiro de 2023.[47]
Em 30 de março de 2017, o Bureau do Conselho da FIFA (composto pelo presidente da FIFA e pelos presidentes de cada uma das seis confederações) propôs uma alocação de vagas para a Copa do Mundo FIFA de 2026. A recomendação foi submetida à ratificação do Conselho da FIFA.[48][49]
Em 9 de maio, dois dias antes do 67.º Congresso da FIFA, o Conselho da FIFA aprovou a alocação de vagas em reunião em Manama, no Bahrein. Inclui um torneio de playoff intercontinental envolvendo seis times para decidir as duas últimas vagas na Copa do Mundo da FIFA, tornando-se uma vaga de 1 ⁄ 3 nas finais para uma vaga na repescagem intercontinental.[50]
Um torneio de playoff envolvendo seis times será realizado para decidir as duas últimas vagas para a Copa do Mundo da FIFA, composto por um time por confederação (exceto para a UEFA) e um time adicional da confederação dos países-sede (CONCACAF).
Duas das equipes serão classificadas com base no Ranking Mundial Masculino da FIFA; as equipes classificadas disputarão uma vaga na Copa do Mundo da FIFA contra os vencedores das duas primeiras eliminatórias envolvendo as quatro equipes não classificadas.
O torneio será disputado no México e será usado como um evento-teste para a Copa do Mundo da FIFA. Os playoffs estão agendados para ocorrer em março de 2026.[51]
A ratificação da alocação de vagas dá à OFC uma vaga garantida na fase final pela primeira vez na história da Copa do Mundo da FIFA. A Copa do Mundo FIFA de 2026 será o primeiro torneio em que todas as seis confederações têm vagas garantidas. Esta também será a primeira vez desde o edição de 2010 em que todos os continentes têm uma seleção classificada para a competição final.
Das 42 equipes que se classificaram até agora, 26 também haviam aparecido na edição de 2022. Colômbia, Egito e Panamá voltam ao torneio após ficarem de fora da edição anterior de 2022‚ enquanto Nova Zelândia, Paraguai e África do Sul retornam depois de terem aparecido pela última vez em 2010. Argélia e Costa do Marfim retornam após sua última aparição, em 2014. Jordânia, Uzbequistão, Cabo Verde e Curaçao farão suas estreias na Copa do Mundo. O Uzbequistão torna-se a segunda ex-república soviética a participar da Copa do Mundo, visto que a Ucrânia foi a primeira, em sua uníca participação na Alemanha.[nota 1] Enquanto isso, o país africano torna-se somente o quarto lusófono a participar do torneio, após Brasil, Portugal e Angola. O estreante caribenho será a primeira federação de um país não soberano (com exceção das seleções britânicas)[nota 2] a jogar a Copa do Mundo, desde as Índias Orientais Neerlandesas (atualmente Indonésia), em 1938. Noruega, Áustria e Escócia retornam após suas últimas aparições em 1998. Após 52 anos, o Haiti volta a disputar um mundial, sendo sua última aparição na edição de 1974. Ausências notáveis incluem o Chile‚ vencedor da Copa América 2015 e 2016, que fica de fora da sua terceira Copa do Mundo consecutiva,[52] além de seleções que participaram frequentemente nas últimas Copas, como Nigéria, Camarões, Costa Rica e Sérvia.[53]
As 48 equipes foram divididas em quatro potes de 12. O Pote 1 foram composto pelos três anfitriões e pelas nove melhores equipes do ranking mundial da FIFA de novembro de 2025, excluindo os anfitriões. Os Potes 2, 3 e 4 foram compostos pelas equipes restantes, de acordo com o ranking.[nota 5] Os 12 grupos foram formados aleatoriamente, selecionando-se uma equipe de cada um dos quatro potes. Com exceção da UEFA, que pode ter até duas equipes no mesmo grupo, duas equipes da mesma confederação não podem ser colocadas no mesmo grupo.[93]
As três nações anfitriãs foram pré-alocadas em três grupos para fins de programação. O México foi colocado no Grupo A e jogará a partida de abertura do torneio no Estádio Azteca em 11 de junho. O Canadá e os Estados Unidos foram colocados nos Grupos B e D, respectivamente. Eles jogarão a terceira e a quarta partidas do torneio, respectivamente, ambas em 12 de junho.[94][95]
A classificação de seleções em cada grupo será determinada pelos pontos obtidos em todas as partidas do grupos. Se duas ou mais seleções empatarem em pontos, os critérios a seguir serão usados para determinar a classificação:[96]
Mais pontos obtidos na partida de grupo jogada entre as seleções em questão;
Maior saldo de gols na partida de grupo jogada entre as seleções em questão;
Mais gols marcados na partida de grupo jogada entre as seleções em questão;
Se, depois de aplicados os critérios de A a C, seleções ainda estiverem empatadas, estes critérios serão aplicados novamente exclusivamente às partidas entre as seleções que ainda estão empatadas para determinar sua classificação final. Se este procedimento não levar a uma decisão, os critérios de D a H se aplicam.
Maior saldo de gols em todas as partidas do grupo;
Mais gols marcados em todas as partidas do grupo;
Melhor conduta ("fair play") em todas as partidas do grupo (apenas uma dedução pode ser aplicada a um jogador ou a um membro da comissão técnica/dirigente por partida):
Melhor posição em Rankings Mundiais da FIFA mais antigos progressivamente até que as seleções sejam separadas;
Antes do sorteio final, estádios foram designados a grupos específicos.[97] Depois do sorteio final, os confrontos foram definidos para partidas específicas, e os horários dos jogos foram confirmados.
O(s) primeiro(s) jogo(s) será(ão) disputado(s) em 11 de junho. Fonte: FIFA
Os confrontos específicos envolvendo as seleções que terminaram em terceiro lugar dependem de quais oito equipes classificadas em terceiro lugar avançarão para a fase de 16 avos de final. As 495 combinações possíveis foram publicadas no Anexo C do regulamento do torneio.
Combinações de partidas para a rodada de dezesseis avos de final
Nº
Seleções terceiro colocadas que avançaram dos grupos
Em 5 de março de 2025, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, anunciou que haverá um show no intervalo da final da competição, pela primeira vez na história. Chris Martin e Phil Harvey, do Coldplay, serão os consultores da entidade para a escolha da lista de artistas, que será organizado pela empresa Global Citizen. A Times Square — famosa área em Nova Iorque — também receberá shows ligados à competição.[98][99]
Para essa edição, o ganhador receberá um total US$ 727 milhões em premiação, a maior da história da Copa do Mundo e sendo 50% superior ao da edição anterior. O campeão será contemplado com US$ 50 milhões pelo título, o vice e o terceiro colocado com US$ 29 milhões cada. As demais equipes recebem entre US$ 9 a 27 milhões dependendo da classificação. Os qualificados recebem US$ 10 milhões pela participação e US$ 1,5 milhão pelo custo de preparação.[100]
Separar controvérsias numa se(c)ção específica pode não ser a melhor maneira de se estruturar um artigo, pois pode gerar peso indevido para pontos de vista negativos. Se possível, integre o conteúdo ao corpo do texto.
A Associação Europeia de Clubes e seus clubes membros se opuseram à proposta de expansão da Copa do Mundo, dizendo que o número de jogos já estava em um nível "inaceitável" e instaram o órgão governante a reconsiderar sua ideia de aumentar o número de equipes que se classificam.[101] Alegaram que se tratava de uma decisão tomada por razões políticas porque Infantino satisfaria assim o seu eleitorado, e não por razões esportivas.[102] O presidente da Liga Nacional de Fútbol Profesional (La Liga), Javier Tebas, concordou, afirmando a inaceitabilidade do novo formato. Ele disse ao Marca que a indústria do futebol se mantém graças aos clubes e ligas, não à FIFA, e que Infantino usou a promessa de mais países jogando na Copa do Mundo para ganhar sua eleição.[103] O técnico da seleção alemã, Joachim Löw, alertou que a expansão, como ocorreu na Euro 2016, diluiria o valor do torneio mundial porque os jogadores já atingiram seu limite físico e mental.[104]
As ordens executivas do presidente dos EUA, Donald Trump, relativas à imigração de certos países de maioria muçulmana implementadas em 2017 foram apresentadas como um risco potencial, com Infantino dizendo: acesso ao país, caso contrário não há Copa do Mundo."[105] Em resposta, o governo Trump enviou cartas à FIFA que diziam, em parte, que Trump estava "confiante" de que "todos os atletas, funcionários e torcedores elegíveis de todos os países todo o mundo seriam capazes de entrar nos Estados Unidos sem discriminação."[106] Em 2018, Trump questionou os países que pretendiam apoiar a candidatura de Marrocos para sediar a Copa do Mundo de 2026, twittando: "Os EUA montaram uma FORTE candidatura com Canadá e México para a Copa do Mundo de 2026. Seria uma pena se os países que sempre apoiamos fizessem lobby contra a candidatura dos EUA. Por que deveríamos apoiar esses países quando eles não nos apoiam (inclusive nas Nações Unidas)?"[107] Em janeiro de 2021, a proibição de viagem foi revertida por seu sucessor, Joe Biden.[108]
Preocupações em torno da realização do torneio também foram levantadas devido à política de imigração do segundo governo Donald Trump. Em resposta, o vice-presidente JD Vance disse: "É claro que todos são bem-vindos para vir e ver este evento incrível, mas quando o tempo acabar, eles terão que ir para casa. Caso contrário, eles terão que falar com a secretária Kristi Noem".[109] Em junho de 2025, uma segunda proibição de viagens foi promulgada, embora contenha uma isenção para atletas e suas equipes de apoio que entram nos Estados Unidos para eventos como a Copa do Mundo FIFA, Olimpíadas ou outros grandes eventos esportivos, conforme determinado pela Secretaria de Estado.[110]
Alegação de falta de segurança nos estádios mexicanos
Em março de 2022, o presidente da Liga MX, Mikel Arriola, afirmou que o envolvimento do México como co-anfitrião poderia estar em risco se a liga e a federação não tivessem respondido rapidamente a Tragédia no Estádio da Corregidora entre torcedores rivais que deixou 26 espectadores feridos e resultou em 14 prisões. Arriola disse que a FIFA ficou "chocada" com o incidente, mas Infantino ficou satisfeito com as sanções impostas contra o Querétaro.[111]
Em janeiro de 2025, a Queen's University Belfast alertou sobre os potenciais riscos de calor para a maioria das cidades-sede e instou a FIFA a agendar o início das partidas para o final da tarde ou da noite, afirmando que a temperatura do globo de bulbo úmido em certas cidades-sede era mais alta do que a do Catar no inverno.[112] Preocupações também foram levantadas por ativistas climáticos sobre o impacto ambiental tanto da expansão para 48 equipes quanto das viagens entre as cidades-sede, a maioria das quais exigiria viagens aéreas extensas e aumentaria as emissões de carbono, um contraponto a uma das metas da FIFA sobre sustentabilidade.[113] Durante a Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2025, que também foi sediada nos Estados Unidos, várias partidas relataram altas temperaturas variando de 32 a 39 °C (90 a 102 °F) e atrasos climáticos.[114] Um relatório dos Cientistas pela Responsabilidade Global de julho de 2025 calculou que a quantidade de emissões de gases com efeito de estufa do torneio o tornaria um dos eventos mais poluentes do mundo, já que seria quase o dobro da média dos últimos quatro torneios (2022 teria tido 5,25 milhões de toneladas métricas (5,79 milhões de toneladas curtas)), aproximadamente a mesma quantidade que 6,5 milhões de carros dirigidos por um ano.[115]
Em março de 2025, o sindicato Building and Wood Workers' International (BWI) acusou a FIFA de bloquear uma inspeção trabalhista planejada no Estádio Azteca, na Cidade do México, que estava passando por reformas em preparação para a Copa do Mundo FIFA de 2026. De acordo com a BWI, a intervenção da FIFA impediu que os inspetores avaliassem as condições de trabalho no local, levantando preocupações sobre potenciais violações de direitos trabalhistas semelhantes a supostos casos de trabalho escravo na Copa do Mundo de 2022 no Catar.[116]
Em 11 de junho de 2025, a Sports & Rights Alliance, a Human Rights Watch e a Anistia Internacional apelaram à FIFA para garantir que os direitos humanos nos Estados Unidos fossem respeitados durante o torneio, especialmente à luz do uso da força durante os protestos anti-ICE em Los Angeles, onde jornalistas e manifestantes foram atacados pela polícia local. Os grupos também apelaram aos Estados Unidos para garantir que os direitos LGBTQIAP+ fossem respeitados durante o torneio, à luz da erosão desses direitos pela administração Trump.[117][118]
Questões envolvendo a Guerra de Gaza desde 2023, fizeram com que países como a Espanha ameaçassem boicotar a Copa do Mundo em caso de uma classificação de Israel.[119] A medida, vista como inédita na história do torneio, repercutiu após a participação do país nas eliminatórias pelo Grupo I junto com Noruega, Estônia e Moldavia, gerando debates pela mídia ocidental. Com a repercussão, tendo até comparações com a punição envolvendo a Rússia e a Bielorrússia, que foram automaticamente eliminadas das eliminatórias de 2022 e de 2026 por conta da Invasão na Ucrânia, representantes da ONU chegaram a pedir para que a UEFA e a FIFA excluíssem Israel da competição.[120][121] Uma reportagem do jornal britânico The Times, do dia 25 de setembro de 2025, relatou que a UEFA realizaria uma reunião de emergência para discutir a permanência de Israel nas eliminatórias, tendo também maioria favorável pela sua desclassificação, além de aumentar a pressão na FIFA, que estaria alinhada politicamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, através do presidente da entidade, Gianni Infantino. O caso não seria inédito na história do campeonato já que além de Rússia e Bielorrússia em 2022, a África do Sul ficou suspensa entre as décadas de 1960 a 1990 por conta do regime de Apartheid, e demais seleções como Colômbia, a própria Espanha, Japão e Alemanha por outros incidentes, no caso dos três últimos, a suspensão aconteceu por situações envolvendo guerras de alcance internacional.[122]
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, rejeitou os pedidos para suspender Israel de competições internacionais. Ele afirmou: “A FIFA não pode resolver os crescentes problemas geopolíticos, mas pode e deve promover o futebol em todo o mundo, explorando os seus valores unificadores, educativos, culturais e humanitários.”[123] Infantino destacou ainda que “o poder do futebol está em unir as pessoas num mundo dividido. Queremos continuar enviando uma mensagem de paz e de unidade.”[123]
A decisão marcou uma diferença em relação à postura adotada em 2022, quando FIFA e UEFA suspendeu a Rússia de torneios após a invasão da Ucrânia. Neste caso, a entidade defendeu que sua função é manter o esporte como espaço de integração, sem intervir em disputas políticas.[123]
Antes do sorteio dos grupos, a partida marcada para ocorrer no dia 26 de junho na cidade de Seattle foi definida para ser a "Partida do Orgulho" em virtude da coincidência com a Parada LGBT local. O planejamento inicial era a presença de celebrações LGBTQ+ e exposições de arte ao redor do estádio. No entanto, pelo sorteio, o referido jogo será disputado entre as seleções do Egito e do Irã, ambos países majoritariamente muçulmanos nos quais a homossexualidade ainda é criminalizada por lei.[124] Em virtude disto, a Associação Egípcia de Futebol enviou uma carta à FIFA pedindo para impedir quaisquer manifestações em prol da comunidade LGBTQIA+ no jogo, alegando ser "essencial evitar atividades que possam gerar tensão ou mal-entendidos entre torcedores do Egito e do Irã". Em nota, a EFA requisitou: "pedimos à Fifa que garanta que a partida ocorra em uma atmosfera focada exclusivamente no esporte e livre de manifestações que contradigam as crenças das nações participantes".[125] Por sua vez, o presidente da Federação de Futebol da República Islâmica do Irã, Mehdi Taj, informou à agência local ISNA que apresentou uma objeção ao evento, classificando a iniciativa como um “ato irracional que apoia um determinado grupo”.[126]
Apesar dos protestos de ambas as equipes, a "Partida do Orgulho" foi mantida, conforme informou o comitê de organização local, SeattleFWC26. Na ocasião, foi esclarecido que as celebrações e exposições se limitariam ao exterior do estádio. O evento resgatou o incidente da Copa do Mundo de 2022, no qual as braçadeiras de capitão com o símbolo do arco-íris e a inscrição "OneLove", adotadas como protesto à proibição das relações homoafetivas no país sede Catar, foram proibidas sob pena de cartão amarelo aos jogadores que a utilizassem.[127]
Com as tensões causadas pelo presidente Donald Trump em suas ameaças de invasão à Gronelândia, o governo alemão anunciou no dia 20 de janeiro de 2026 que iria boicotar a Copa do Mundo e retirar a sua seleção do torneio caso se concretizase a anexação da ilha dinamarquesa pelos Estados Unidos. Em uma pesquisa realizada pelo jornal Bild, 47% dos alemães se mostraram favoráveis a saída do país da competição e 35% se mostraram contrários. A Federação Alemã de Futebol e a FIFA informaram que estavam monitorando a situação.[128][129]
A participação da Seleção Iraniana é cercada por controvérsias. O contexto dos protestos de 2025–2026, reprimidos violentamente pelo governo, levou a cobranças públicas de posicionamento e ações ágeis por parte da FIFA, como as do ex-capitão iraniano Masoud Shojaei.[130] Em fevereiro de 2026, após os Ataques dos Estados Unidos e Israel que bombardearam o país, vitimando o líder supremo Ali Khamenei, o presidente da Federação, Mehdi Taj, afirmou ser "improvável" a ida da equipe à Copa, citando preocupações com segurança e a situação política do país.[131][132] A FIFA afirmou estar monitorando de perto a situação.[133]
O ataque também levantou dúvidas sobre as condições dos EUA como país sede do torneio, com comentaristas apontando semelhanças com o caso da Rússia, punida por ter atacado outro país (a Ucrânia) também em ano de Copa. E no caso estadunidense (que atacou, além do Irã, a Venezuela), o caso passou sem nenhuma penalidade.[134][135]
A logo oficial da Copa do Mundo FIFA de 2026 foi apresentado em um evento no Observatório Griffith, em Los Angeles, no dia 17 de maio de 2023, contando com a presença do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e do ex-jogador brasileiro, Ronaldo Nazário.[136] Pela primeira vez, o troféu da Copa do Mundo aparece em evidência através da sua forma tradicional e à cores e não como uma representação abstrata, como acontecia em anos anteriores, junto com o número 26 em vertical. Segundo a entidade, a marca "permite a personalização para refletir a singularidade de cada anfitrião, ao mesmo tempo em que constrói uma estrutura de marca identificável para os próximos anos."[137]
Os mascotes oficiais foram apresentados em 24 de setembro de 2025 pelas redes sociais da FIFA, sendo chamados de Maple, Zayu e Clutch, mas tendo apenas os nomes divulgados ao público.[138] A revelação oficial deles aconteceu no dia seguinte (25). Maple é um alce, Zayu é um jaguar e Clutch é uma águia americana, representando o Canadá, o México e os Estados Unidos, respectivamente.[139] Eles foram projetados para refletir a herança cultural de seus respectivos países.[140]
A bola oficial foi apresentada em 2 de maio de 2025, sendo nomeada de Adidas Trionda. O design apresenta vermelho, verde e azul (as três cores que representam Canadá, México e Estados Unidos, respectivamente, e também presentes nas bandeiras dos países anfitriões), bem como uma onda branca conectando cada uma das cores, daí o nome usando as palavras espanholas para três (tri) e onda (onda). O design também apresenta os símbolos nacionais dos três países anfitriões (uma folha de bordo para o Canadá, uma águia dourada para o México e uma estrela de cinco pontas para os Estados Unidos).[141]
Em 17 de maio de 2023, a música tema oficial do torneio foi lançada, uma faixa instrumental simplesmente intitulada "Fifa World Cup 26 Theme Song". Em março de 2025, dezesseis remixes do tema foram lançados, apresentando artistas de cada cidade-sede dando seu toque local à música.[142] Os remixadores de cada cidade foram:
Em 12 de fevereiro de 2015, a FIFA renovou o contrato de direitos de transmissão da Fox, Telemundo e Bell Media para cobrir o mundial de 2026, sem aceitar outras ofertas nos Estados Unidos. O New York Times acredita que essa extensão foi planejada como compensação pelo reagendamento da Copa do Mundo de 2022 para novembro-dezembro, em vez de sua programação tradicional de junho-julho, pois cria conflitos consideráveis com as principais ligas esportivas profissionais que normalmente estão de folga durante a Copa do Mundo.[143]
Em 19 de novembro de 2022, faltando um dia para o início da Copa do Catar, o Grupo Globo renovou o contrato com a FIFA para a cobertura de eventos de base e profissionais, o que inclui a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2023 e a Copa de 2026 para o Brasil. No entanto, ao contrário dos mundiais de 2018 e 2022, o novo acordo não previa exclusividade total em todas as mídias.[144] Durante um evento à imprensa em 11 de julho de 2023, a Globo anunciou que cobriria apenas 52 dos 104 jogos da Copa do Mundo de 2026, adotando um novo modelo usado a partir da Copa Feminina de 2023, onde anunciou a transmissão de 34 partidas em todas as suas mídias, transmitindo apenas sete em TV aberta, ao invés das 64 realizadas. A mudança marca a quebra de uma tradição adotada a partir da Copa do Mundo FIFA de 2002, quando a Globo transmitia todas as rodadas do evento nas suas plataformas.[145] Posteriormente, esse número seria aumentado para 55 jogos, podendo subir para 56 em caso do Brasil disputar o terceiro lugar.[146] Em 9 de abril de 2024, a LiveMode adquiriu todos os 104 jogos da Copa do Mundo, mas dividindo-os em dois pacotes para as partes interessadas.[147] O pacote com todos os jogos foi adquirido em 13 de julho de 2025 pela CazéTV para transmissão gratuita no YouTube pela segunda edição consecutiva. Apesar da parceria com a LiveMode, o torneio foi adquirido sem a parceria da empresa.[148][149]
Uma das partes interessadas em ter a metade livre pela Globo acabou sendo a Record, que havia iniciado em janeiro de 2025 um estudo de viabilidade para adquirir a outra metade da Copa do Mundo, o que marcaria o retorno da emissora nessa transmissão esportiva desde 1998.[150] A emissora deu início as primeiras negociações em junho, mas garantindo a segurança de transmitir, junto com a Globo, os jogos do Brasil.[151][152] Os direitos de transmissão desta edição da Copa do Mundo foram avaliados em R$ 200 milhões, sendo um dos mais caros na atualidade, o que acabou afastando o interesse de outros grupos.[153] A LiveMode chegou a oferecer a segunda metade da Copa para a Record, SBT e até mesmo para a própria Globo, que possui uma parte dos jogos, o que inclui as partidas da seleção canarinho.[154] O SBT também demonstrou interesse em ter as transmissões da Copa. De início, um temor da direção do canal em não apresentar resultados positivos acabou fazendo a emissora recuar. Posteriormente, a emissora acabaria voltando a mostrar interesse, deixando a decisão final nas mãos de Daniela Beyruti, CEO da estação.[155][156][157] Em 10 de setembro de 2025 o SBT acabou fechando com a LiveMode a compra do pacote 2 da Copa, fazendo revezamento de transmissão com a Globo, marcando o retorno da emissora paulista ao evento desde 1998.[158] A aquisição foi feita através de um acordo de parceria com a N Sports. Além disso, o SBT e a N Sports dobraram o valor da Copa oferecido pela Record, que acabou desistindo pelos altos custos e por não concordar em dividir a cobertura dos mesmos jogos com a Globo.[159][160]
Mas, apesar do acerto pelo consórcio SBT-N Sports com a LiveMode quanto a aquisição da Copa, que também previa as transmissões em simulcast entre a TV aberta (SBT) e nas mídias pagas, além do streaming (N Sports), o entrave enfrentado que impedia o anúncio oficial e a assinatura do contrato seria o pacote de 32 jogos oferecidos pela LiveMode, 20 a menos que o anunciado, que eram de 52 jogos, porém, seriam uma parte de jogos iguais aos transmitidos pela Globo, o que não foi aceito pelo consórcio que insistia por um pacote diferenciado, mas que tivesse os jogos da seleção brasileira, além da grande final.[161] Todavia, os trâmites acabariam sendo resolvidos com o consórcio adquirindo o pacote dos 32 jogos, já que o valor pela outra metade com exclusividade foi considerado elevado para o padrão dos dois canais, restando apenas a redução avaliada em US$ 25 milhões (R$ 134,5 milhões na cotação atual), com boa parte sendo bancada pelo SBT que pagou a primeira parcela, cabendo apenas a autorização da FIFA para fazer o anúncio oficial, o que acabaria acontecendo no dia 31 de outubro de 2025.[162][163]
No dia 8 de janeiro de 2026, a Globo anunciou que seu recente canal, a Ge TV, faria a transmissão de 32 jogos, mas que não contemplaria o YouTube, já que a Google revendeu os direitos do pacote completo para a CazéTV. A cobertura se faria na televisão por assinatura e nos serviços via FAST.[164] Outros grupos como a Bandeirantes, Itatiaia e a Jovem Pan adquiriram os direitos de transmissão via áudio para as suas respectivas rádios.[165][166][167]
Notas e referências
Notas
↑Não se considerou a Rússia, na lista; visto que, embora também seja uma ex-república, ela é, conforme a FIFA, sucessora da União Soviética no futebol, tendo herdado todos os resultados e títulos, como a Euro de 1960 e o 4º lugar na Copa do Mundo de 1966.
↑A definição de Estado soberano, compreende, geralmente, países membros da ONU e países com reconhecimento limitado, como Kosovo, Palestina e Taiwan. Nesse contexto, tradicionalmente, o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte nunca teve uma seleção que disputasse os torneios FIFA ou UEFA, visto que cada uma das suas nações constituintes — Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales — sempre tiveram sua seleção de forma independente. Portanto, por muito, tempo, somente esses times possuíam tal posição. Entretanto, durante a presidência de João Havelange, incentivou-se a entrada de dependências não soberanas ligadas às suas metrópoles, como Curaçao, Nova Caledônia e Porto Rico.
↑ abcEmbora a candidatura dos Estados Unidos, Canadá e México tenha sido escolhida em 13 de junho de 2018, as vagas automáticas atribuídas aos anfitriões não foram decididas até uma decisão do Conselho da FIFA em 14 de fevereiro de 2023.[54]
↑ abcA Seleção Alemã é considerada a sucessora da entidade homóloga da Alemanha Ocidental; portanto, herdou todos os seus resultados, como as partipações em Copa do Mundo e na Euro.
↑O método de definição dos cabeças de chave para os seis vencedores dos playoffs, que não era conhecido no momento do sorteio, ainda precisa ser confirmado.
↑O número entre parênteses indica o ranking da FIFA das equipes em 19 de novembro de 2025.