Anfetamina
Anfetamina
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| Nomes | |||||||||||||
| Nome IUPAC | (±)-1-phenylpropan-2-amine | ||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||
Anfetamina é uma droga simpatomimética que têm a estrutura química básica da beta-fenetilamina. Sob esta designação, existem três categorias de drogas sintéticas que diferem entre si do ponto de vista químico. Algumas anfetaminas substituídas são a dextroanfetamina e a metanfetamina. A anfetamina é uma droga estimulante do sistema nervoso central, que provoca o aumento das capacidades físicas e psíquicas.[carece de fontes]
Uma revisão sistemática de 2026 sobre a tolerância à medicação para o PHDA (Perturbação por Défice de Atenção com Hiperatividade) encontrou evidências do desenvolvimento de tolerância a alguns efeitos no estado afetivo da anfetamina (ex: humor positivo e preferência pela substância [drug liking]) após duas semanas de uso diário, mas pouca ou nenhuma evidência de tolerância a longo prazo quanto aos seus efeitos terapêuticos ou cardiovasculares.[1]
História
[editar | editar código]A anfetamina surgiu no século XIX, tendo sido sintetizada pela primeira vez na Alemanha, por Lazar Edeleanu, em 1887.[2] Cerca de 40 anos depois, a droga começou a ser usada pelos médicos para aliviar fadiga, alargar as passagens nasais e bronquiais e estimular o sistema nervoso central. Em 1932, foi lançada na França a primeira versão comercial da droga, com o nome de Benzedrina, na forma de pó para inalação. Cinco anos mais tarde, a Benzedrina surgiu na forma de pílulas, das quais foram vendidas mais de 50 milhões de unidades nos três primeiros anos após sua introdução no mercado.
Legalidade
[editar | editar código]Atualmente, as anfetaminas de uso não terapêuticos são proibidas em vários países, incluindo o Brasil (desde 2011, exceto lisdexanfetamina). Em alguns países da Europa a substância foi totalmente proibida, sendo encontrada somente de forma clandestina, vinda de outros locais. A maior parte dos usuários são mulheres que utilizam a droga para o emagrecimento.[2]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ Smith C, Walker H, Parlatini V, Cortese S (2 de fevereiro de 2026). «Tolerance and Tachyphylaxis to Medications for Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder (ADHD): A Systematic Review of Empirical Studies». CNS Drugs (em inglês). PMID 41627718 Verifique
|pmid=(ajuda). doi:10.1007/s40263-025-01263-8.Até onde sabemos, esta é a primeira revisão sistemática a investigar especificamente estudos empíricos sobre taquifilaxia e tolerância a medicamentos para a PHDA. ... Estudos de curto prazo (até 2 semanas) identificaram tolerância aos efeitos subjetivos da d-anfetamina, como preferência pela droga e excitação, em voluntários neurotípicos ou ex-dependentes de opiáceos, mas não quanto à melhoria no desempenho de tarefas.
- ↑ a b «Anfetaminas». Observatório Brasileiro de Informações Sobre Drogas. Consultado em 27 de maio de 2013. Arquivado do original em 23 de setembro de 2013
- Anfetamina
- Estimulantes
- Agonistas 5-HT1A
- Substâncias proibidas no esporte
- Agentes de liberação de noradrenalina e dopamina
- Nootrópicos
- Inibidores do VMAT
- Fenetilaminas
- Anorexígenos
- Invenções e descobertas alemãs
- Fármacos que atuam no aparelho cardiovascular
- Tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade
- Anfetaminas substituídas
- Euforizantes
- Agonistas do TAAR1
- Fármacos antiobesidade
- Afrodisíacos
- Inibidores de aminoácidos excitatórios

