Neste exercício, iremos explorar a evolução de código em sistemas reais.
Iremos utilizar a ferramenta GitEvo. Essa ferramenta analisa a evolução de código em repositórios Git nas seguintes linguagens: Python, JavaScript, TypeScript e Java.
Você deve submeter via Moodle apenas o link do seu fork, conforme descrito abaixo.
Selecione um repositório relevante na linguagem de sua preferência (Python, JavaScript, TypeScript ou Java). Você pode encontrar projetos interessantes nos links abaixo:
- Python: https://github.com/topics/python?l=python
- JavaScript: https://github.com/topics/javascript?l=javascript
- TypeScript: https://github.com/topics/typescript?l=typescript
- Java: https://github.com/topics/java?l=java
Instale a ferramenta GitEvo com o comando:
pip install gitevo
Rode a ferramenta no repositório selecionado através do seguinte comando (dependendo da linguagem do projeto que escolheu):
# Python
$ gitevo -r python <git_url>
# JavaScript
$ gitevo -r js <git_url>
# TypeScript
$ gitevo -r ts <git_url>
# Java
$ gitevo -r java <git_url>Onde <git_url> é URL do repositório a ser analisado.
Por exemplo, para analisar o projeto Flask escrito em Python:
$ gitevo -r python https://github.com/pallets/flask
Ao rodar a ferramenta GitEvo, o arquivo index.html é gerado com diversos gráficos de evolução de código.
Abra o arquivo index.html e observe com atenção os gráficos gerados.
Selecione um dos gráficos de evolução e explique-o com suas palavras. Por exemplo, você pode:
- Detalhar a evolução ao longo do tempo,
- Detalhar se as curvas estão de acordo com boas práticas,
- Explicar grandes alterações nas curvas,
- Explorar a documentação do repositório em busca de explicações para grandes alterações
- Etc.
Seja criativo!
Para responder este exercício, primeiramente, você deve fazer um fork deste repositório.
No Moodle, você deve submeter apenas a URL do seu fork.
Em seguida, adicione o arquivo gerado index.html no seu fork.
Por fim, responda as questões abaixo no seu fork:
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Repositório selecionado: https://github.com/TheAlgorithms/Python
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Gráfico selecionado: Function return type
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Explicação: Esse gráfico mostra o número de funções que apresentam e que não apresentam o tipo de retorno explicitamente declarado. No início do projeto, observa-se uma diferença considerável entre esses dois números. Pelo gráfico, em 2020, parece que quase nenhuma função tinha o tipo de retorno explicitado. No entanto, a tendência ao longo da evolução do repositório é que o número de funções com tipo de retorno cresceu, enquanto o número de funções sem tipo de retorno diminuiu. Embora a linguagem Python não exija a declaração explícita de tipos, essa prática é recomendada, pois traz vários benefícios. Por exemplo, o código se torna mais claro e inteligível quando o tipo de retorno é declarado, facilitando para o leitor entender o que exatamente a função retorna e, consequentemente, seu comportamento. Em especial, como o repositório tem fins didáticos, essa clareza é ainda mais importante.